Festênha da Rói-Rói Filmes e Venda de Desenhos de Téta Barbosa!

Não tem convite nem lista vip.

Trabalhamos no departamento de democratização da arte e da vida, portanto, estão TODOS convidados para minha primeira “exposição”. Na verdade, desde que abrimos nossa produtora (eu e my love, Rodrigo Lôbo) a Rói-Rói Filmes, ainda não tivemos tempo de fazer uma inauguração oficial. Então, neste sábado, 22 de Agosto, vamos juntar os amigos, colocar os quadros e desenhos nas paredes para vender e abrir a porta para uma Open House oficial da nossa empresa, que teima em fingir que a crise é psicológica e que é só arregaçar as mangas que os jobs aparecem.

OpenHouse

A “festênha” vai rolar das 15h as 22h, aqui na Rede 344 (coworking onde fica nosso escritório). Como nossa salinha tem vista pro jardim, vamos ocupar o jardim e colocar música boa, cerveja barata e comidinhas pra vender.

Nas paredes os desenhos da série #PrincesasTambémChoram, provando que nem só de príncipes encantados e rímel a prova d’água vivem as mulheres.

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Posso jurar que ao vivo e emoldurados os desenhos são mais bonitos do que nessas fotos toscas que eu tirei. Esses são apenas alguns dos desenhos, tem MUITOS outros.

OBS1: Não tenho maquininha de débito (buáaaaaa), portanto aceitamos cheques, dinheiro ou depósito em conta!

OBS2: Depois da “EXPO” os quadros e desenhos que não forem vendidos ficarão expostos aqui na RóiRói, então você pode vir nos visitar quando quiser.

PREÇOS?

Os menores (A4) e emoldurados custarão R$ 250,00.

Os maiores (A3) emoldurados serão vendidos por R$ 350,00.

Os sem moldura (para você poder emoldurar da cor e do jeitinho que vc quiser) estarão por RS 180 (A4) e RS 280 (A3).

VENDAS ONLINE?

Claro. Mas, apenas os sem moldura, né? Próxima semana eu tiro foto dos que não foram vendidos e mando por sedex!

Hey, ho, let’s go.

E se você não quiser comprar desenho nenhum, venha mesmo assim. Estamos super orgulhosos abrindo as portas da nossa empresinha pra vocês conhecerem e a gente celebrar juntos!

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Rói-Rói Filmes: RUA JADER DE ANDRADE, 344, CASA FORTE.

 

Família é todo mundo que a gente ama.

Pausa para os nossos comerciais: esse é um filminho feito pela Rói-Rói Filmes (quem acompanha meu insta @tetabarbosa e o face, sabe que desde Novembro eu e meu marido, Rodrigo Lôbo, abrimos uma produtora audiovisual). O filme ficou mega divertido e resolvi dividir aqui meu lado profissional (nem só de eventos de moda e look do dia, vive esta blogueira que vos fala.). Esse vídeo surgiu da constatação que a gente tem mania de falar demais e ouvir de menos. Cada um com uma definição mais deturpada do que a outra sobre o que é família. Portanto, para reparar esse erro milenar, a Vitarella e a Ampla Comunicação resolveram fazer um filme no Dia Das Famílias com quem entende do assunto: as crianças. Para a empreitada, chamaram a Rói-Rói Filmespara realizar a função mais divertida de todas: filmar as crianças e suas respostas incríveis.

O resultado? Só dando o play pra ver:

No final do dia, foi a gente quem aprendeu com as crianças. Podemos respirar aliviados, se depender dos pequenos recifenses, nosso futuro de igualdade e tolerância com as diferenças está garantido!
Obrigada a todos os envolvidos nesta missão!

Fotinhas de making of:

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Direção: Téta Barbosa
Dir. Fotografia – Rodrigo Lôbo
Assitente de câmera – João Velozo
Assistente de Set: Fernando Marinho
Produtora de Set: Kaká Cestaro
Direção de Arte: Leiloca
Edição e Finalização: Xico Pessoa
#édaampla

Sobre desenhos que saem do papel!

Quem acompanha meu insta (@tetabarbosa) ou o face, já viu umas fotos do desenho que voou do papel e foi parar no tecido.

Desenhos são assim mesmo, não gostam de gaiolas.

Depois, como não poderia deixar de ser, o desenho-tecido virou vestido.

E como foi isso? Vai virar coleção? Vende onde? Como você pode encomendar o seu? Foram essas e outras milhares de perguntas do insta que vim responder aqui.

Então, vamos do começo. Era uma vez, um desenho…..

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…que, muito do afoito, virou vestido.

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Mas tudo começou mesmo, numa conversa com Dani Acioli. Ela, que é artista plástica e desenha mulheres lindas, disse:

- Téta, vamos transformar nossos desenhos em roupas e fazer uma coleção?

Pronto, topei na hora. Ainda estamos na fase de pesquisa de tecidos e métodos de estampas (que existem váriossssss como; transfer, estampa digital, sublimação, ….) que melhor atenda aos nosso sonhos. Esse vestido aí de cima, por exemplo, foi só um teste. O tecido é quente que só a peste e por isso já foi vetado.

Onde e quando vamos vender?

A ideia é fazer um eventinho (pequeno, por enquanto) para vender os vestidos e os desenhos! Onde e quando, ainda não sabemos, mas vocês serão os primeiros a saber porque vou avisar por aqui mesmo, e pelo insta, e pelo face, e twitter, porque, como diria minha mãe, eu sou bocão!

Depois, vamos vender no site por encomenda. Você vai poder escolher a estampa, o modelo e ta-dahhhh, um vestido-quadro exclusivo vai chegar na sua casa.

Por enquanto, aguarde no local. Mais informações, em breve, muito breve.

Toca a campainha e corre.

Teve essa vez, só essa vez, que toquei a campainha e corri.

Eu nem era tão criança assim, para falar a verdade, devia ter uns 13 ou 14. Praticamente uma infância rebelde com delay de uns 5 anos, por baixo.

Foi no primeiro réveillon que voltei para casa com o sol nascendo. Fui com meu padrinho e a ideia libertária, de tocar e correr, foi do  tio Raimundo, que já tinha mais de 50 anos e 8 doses de whisky. E isso encerra o caso, demonstrando, com provas irrefutáveis, como fui uma criança tabacuda.

Tocar a campainha e correr foi o ápice da minha desobediência. Me senti uma punk de cabelos espetados, defendendo a cultura marginal e alternativa, enquanto cuspia nas calçadas de Londres. Eu sei que só toquei a campainha e corri, mas teve o mesmo efeito, praticamente.

A única experiência com drogas que tive na escola foi culpa do sono da minha mãe (ou da vingança da minha vó, como você verá em breve).

(Ah, as histórias em família)

- Mãe, estou com cólica. Preciso de remédio. Acho que devo morrer a qualquer momento.

(sobre o existencialismo dramático da adolescência, trataremos em outro texto)

- Abre a segunda gaveta e pega aí um, um, um….

Ela ia dizer Buscopan, juro, mas eram 5 da manhã porra;

- ….esse Lexotan. Toma um comprimido e vai pra escola que já já  passa.

Passou. Não sentia a cólica, não sentia a perna, não sentia a língua…

O Lexotan era de vó Lia e estava, segundo minha teoria da conspiração, perto demais do Buscopan. Muito suspeito, meu caro Watson.

- Alô, a senhora pode vir buscar sua filha? Ela está dopada e acho que chegou a hora mágica daquela conversinha sobre drogas e rock n´roll.

Não tivemos a conversinha porque, entre nós, sabíamos que a culpa não era da marcha da maconha. Só podia ser uma vingança, fria e calculista, da anciã de 80 anos.

Isso tudo porque eu assisti ao episódio de Beverly Hills 90210, que Brenda e Kelly faziam uma festinha em casa, e para disfarçar a orgia alcoólica, injetaram vodka numa melancia tipo exportação. Uma bandeja de prata servia os pedaços da fruta enquanto os pais pensavam “que juventude saudável”. Eu e Renata (bff) resolvemos fazer o mesmo. Compramos a melancia, injetamos a vodka, comemos meio pedaço (the tabacuda life, parte II) e seguimos para festinha do pilotis do prédio.

No dia seguinte, deu meio-dia e vó Lia não acordava. Mamãe preocupada, papai nervoso e eu “cadê a melancia que eu deixei aqui?”. Foi quando descobrimos que vó Lia era mais rock n´roll que eu, Renata e toda turminha do prédio juntos, e comeu a melancia t-o-d-a.

Então, o Lexotan no lugar do Buscopan, foi o jeito de vó Lia dizer que em boca fechada, a mosca entra pelo ouvido.

E graças a ela, tenho histórias muito mais legais para contar do que tocar a campainha e

correr.

M-U-I-T-O  mais legais.

 

Sobre roupas e cores!

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Não sou assim convencida tão fácil. Mas dessa vez, bastou uma ligação de Widja Soares, fotógrafa massa, e um vestido novo para eu ficar facinha, facinha. Num instante, sem nem argumentar contra a banalização dos looks do dia, já estava convencida: vou fazer o Look da Semana!

Então, graças a parceria com Widja e umas comprinhas que fiz recentemente, toda sexta agora teremos caras e bocas no melhor estilo modelo fail!

Essa semana escolhi o look que usei terça-feira no evento da Natura: um vestido mara da Estúdio Zero, bolsa chinfra prateada da Club Noir e rasteirinha fofa da C&A.

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Dica para as amigas grávidas: Widja faz fotos incríveis das buchudas e um trabalho mais lindo ainda com os recém nascidos. Vale a pena conhecer o trabalho dela. Para ir no site é só clicar AQUI.